DPOC afeta a qualidade de vida dos idosos

DPOC afeta a qualidade de vida dos idosos
setembro 30 20:55 2011 Imprimir este Artigo
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Aumento da expectativa não garante qualidade de vida na terceira idade

A participação de idosos no perfil da população brasileira dobrou desde 1991, passando de 4,8% para 7,4%, em 2010, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Crescimento que impacta diretamente na incidência e prevalência de doenças crônicas, relacionadas à terceira idade. O assunto chama atenção e contribuiu para a valorização dos idosos, que há pouco mais de uma década conquistaram uma data no calendário brasileiro, 1º de outubro – Dia Nacional do Idoso.

Devido aos tratamentos modernos e o maior acesso à saúde, a percepção sobre o envelhecer tem se atrelado ao conceito de qualidade de vida. Entretanto, o tabagismo, o ritmo estressante e o descaso com a saúde nos grandes centros urbanos ocasionam graves enfermidades como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que atinge, em sua maioria, pessoas acima dos 40 anos de idade.

O paciente de DPOC perde a capacidade pulmonar de acordo com a progressão da doença e, desta forma, possui uma maior dificuldade em praticar atividades normais. “Quando o paciente começa a apresentar os sintomas da DPOC, ele deixa de realizar atividades simples do dia a dia, como tomar banho, subir escadas, se vestir, entre outras. Porém, uma das consequências que mais afeta os pacientes, tanto por questões físicas, como emocionais, é a incapacidade de manter atividades sexuais”, afirma o pneumologista e médico assistente da Disciplina de Pneumologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Oliver Augusto Nascimento.

O pneumologista reforça ainda que a doença interfere na qualidade de vida do paciente, provocando sérias alterações emocionais. Cerca de 50% dos pacientes apresentam algum grau de depressão ou ansiedade, em decorrência da paralisação de sua vida social. Em 2009, a doença foi classificada como a sexta causa de morte no Brasil, vitimando 33 mil pacientes por ano. Giles Richard Platford, gerente geral da Nycomed Brasil, completa afirmando que a DPOC é uma das doenças mais desafiadoras da medicina e, além disso, as doenças respiratórias têm despertado o interesse dos laboratórios farmacêuticos.

Diante deste cenário, a empresa realizou investimentos na área respiratória e neste ano lançou um medicamento inédito e exclusivo para o tratamento da DPOC, o Daxas. Sua ação ajuda a diminuir as exacerbações, também chamadas de crises, retardando a progressão da doença, com qualidade de vida e aumento do tempo de sobrevida dos pacientes.

Sobre a Nycomed

A Nycomed é uma empresa farmacêutica global de capital privado e portfólio diferenciado, com foco em medicamentos OTC (medicamentos isentos de prescrição) e medicamentos de referência para as áreas de gastroenterologia, doenças respiratórias e inflamatórias, tratamento da dor, osteoporose e adesivos cirúrgicos.

Presente no Brasil desde 1954, a Nycomed está entre os maiores laboratórios farmacêuticos do país. A subsidiária brasileira conta com cerca de 1.000 colaboradores, distribuídos em sua sede administrativa em São Paulo, fábrica em Jaguariúna e representantes em todo o país.

No mundo, a Nycomed conta com 12.500 colaboradores e seus produtos são comercializados em mais de 100 países. Com sede em Zurique, na Suíça, a empresa registrou um faturamento total de €3.2 bilhões em 2010 e o EBITDA ajustado de €851 milhões.

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