<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>Direito Legal &#187; Corregedorias</title> <atom:link href="http://www.direitolegal.org/categoria/corregedorias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.direitolegal.org</link> <description>Decisões, Doutrinas, Artigos e Temas Jurídicos</description> <lastBuildDate>Thu, 22 Mar 2012 18:11:03 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Teste</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/teste-10/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/teste-10/#comments</comments> <pubDate>Thu, 06 Oct 2011 02:57:56 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=33315</guid> <description><![CDATA[teste]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>teste</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/teste-10/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>17 mil linhas telefônicas foram monitoradas em 2011</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/17-mil-linhas-telefonicas-foram-monitoradas-em-2011/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/17-mil-linhas-telefonicas-foram-monitoradas-em-2011/#comments</comments> <pubDate>Tue, 20 Sep 2011 01:00:55 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category> <category><![CDATA[CNH]]></category> <category><![CDATA[eletronicos]]></category> <category><![CDATA[endereços]]></category> <category><![CDATA[monitoramento]]></category> <category><![CDATA[prescrição intercorrente]]></category> <category><![CDATA[urls]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=32058</guid> <description><![CDATA[O Sistema Nacional de Controle das Interceptações Telefônicas também possui dados de endereços eletrônicos monitorados por decisão da Justiça. Em agosto, 320 endereços eletrônicos estavam sob monitoramento, sendo que os maiores números estavam em São Paulo,87, em Pernambuco, 24, e em Mato Grosso, 23.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Pelo menos 17.122 linhas telefônicas foram monitoradas em 2011 por decisão da Justiça, número um pouco inferior ao mesmo período do ano passado, quando 17.417 linhas estavam sob monitoramento. Os dados são do Sistema Nacional de Controle das Interceptações Telefônicas, coordenado pela Corregedoria Nacional de Justiça.</p><p
style="text-align: justify;">Na Justiça Federal, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região realizou o maior número de escutas, 840. Já em relação à Justiça Estadual, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) foi responsável por determinar 2.690 escutas, e o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), por 1349. Também apresentaram números elevados o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que determinou 833 escutas, o TJ de Goiás (TJGO), 1105 e o TJ do Rio Grande do Sul (TJRS), 1041.</p><p
style="text-align: justify;">A essas escutas somam-se os dados dos telefones monitorados VoIP, ou seja, ligações feitas via internet. Em agosto, 750 telefones Voip foram monitorados no país – sendo 120 somente no Estado de São Paulo. O objetivo do cadastro, que reúne o número de escutas telefônicas realizadas no país, é garantir maior controle sobre a utilização desta ferramenta nas investigações, para evitar o uso indiscriminado de escutas.</p><p
style="text-align: justify;">O Sistema Nacional de Controle das Interceptações Telefônicas também possui dados de endereços eletrônicos monitorados por decisão da Justiça. Em agosto, 320 endereços eletrônicos estavam sob monitoramento, sendo que os maiores números estavam em São Paulo,87, em Pernambuco, 24, e em Mato Grosso, 23.</p><p
style="text-align: justify;">Luiza de Carvalho<br
/> Agência CNJ de Notícias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/17-mil-linhas-telefonicas-foram-monitoradas-em-2011/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Presidente do CNJ reitera que juíza pernambucana conta com proteção garantida por liminar</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/presidente-do-cnj-reitera-que-juiza-pernambucana-conta-com-protecao-garantida-por-liminar/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/presidente-do-cnj-reitera-que-juiza-pernambucana-conta-com-protecao-garantida-por-liminar/#comments</comments> <pubDate>Thu, 18 Aug 2011 18:00:43 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category> <category><![CDATA[Patrícia Acioli]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=30181</guid> <description><![CDATA[Em pronunciamento feito nesta quarta-feira (17/08), durante abertura da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do STF, ministro Cezar Peluso, ressaltou as medidas adotadas pelo CNJ em relação ao assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli e ratificou informações dando garantias sobre a segurança de uma magistrada de Pernambuco.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Em pronunciamento feito nesta quarta-feira (17/08), durante abertura da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do STF, ministro Cezar Peluso, ressaltou as medidas adotadas pelo CNJ em relação ao assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli e ratificou informações dando garantias sobre a segurança de uma magistrada de Pernambuco. O assunto esteve ontem na pauta da sessão plenária do CNJ e o julgamento foi suspenso por um pedido de vista de um conselheiro. O ministro enfatizou que, apesar da vista, a segurança da magistrada está mantida por força de liminar concedida anteriormente pelo próprio CNJ e será válida até o resultado do julgamento.</p><p
style="text-align: justify;">“Não tem nenhuma consistência a impressão de que o Conselho Nacional de Justiça teria adiado proteção à juíza de que se trata, a qual está, até o julgamento final do seu pedido de providência, sob proteção especial deferida, em medida liminar, cuja eficácia subsiste até decisão última, pelo mesmo Conselho”, enfatizou o ministro Peluso. O presidente do CNJ e do STF explicou, ainda, que o que ocorreu na última sessão do CNJ, “foi apenas um pedido de vista, formulado por um conselheiro para, como é dever de todo julgador, conhecer melhor fatos controversos constantes nos autos e mencionados durante o julgamento”. Ele rebateu interpretações apresentadas em reportagem de um grande jornal que poderia suscitar dúvidas quanto à efetiva proteção da juíza pernambucana.</p><p
style="text-align: justify;">Garantia indispensável &#8211; O ministro Peluso deixou claro aos magistrados, em sua mensagem, que estes não serão abandonados pelo STF nem pelo CNJ, “na garantia da segurança e da tranqüilidade indispensáveis ao exercício da função essencial à efetividade dos direitos, da cidadania e da subsistência do Estado Democrático de Direito, e da independência inegociável do Poder Judiciário”. À sociedade brasileira, o presidente do CNJ destacou que se solidariza com sua “justa indignação” e garantiu que o Poder Judiciário não poupará esforço nem providências de sua alçada para que sejam apuradas as responsabilidades “por esse ignominioso atentado à sua integridade e independência”.</p><p
style="text-align: justify;">“Assim como, no curso da história, não o lograram forças mais poderosas, as do chamado crime organizado não intimidarão, agora nem nunca, a magistratura, a sociedade brasileira, tampouco o Estado Democrático de Direito”, ressaltou.</p><p
style="text-align: justify;">Comissão no Rio &#8211; O ministro lembrou iniciativa adotada no início dessa semana de designar comissão composta por três juízes auxiliares da presidência do CNJ para acompanhar de perto as investigações sobre a morte da juíza do Rio de Janeiro. Grupo, este, que está se inteirando, sem prazo de retorno, das condições de segurança dos magistrados daquele estado, além de apoiar as medidas do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), ouvir, avaliar e sugerir providências. Além disso, a comissão também deve se colocar à disposição da família da magistrada e de todos os juízes em exercício no Rio de Janeiro.</p><p
style="text-align: justify;">O presidente do CNJ e do STF informou, também, da portaria assinada ontem (terça-feira, 16/08) que institui comissão extraordinária do CNJ para criar uma política nacional de segurança institucional da magistratura e propor medidas para a sua concretização.</p><p
style="text-align: justify;">Hylda Cavalcanti e Isabel Sobral<br
/> Agência CNJ de Notícias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/presidente-do-cnj-reitera-que-juiza-pernambucana-conta-com-protecao-garantida-por-liminar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>CNJ manda tribunal da Paraíba punir juíza</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-manda-tribunal-da-paraiba-punir-juiza/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-manda-tribunal-da-paraiba-punir-juiza/#comments</comments> <pubDate>Wed, 17 Aug 2011 11:30:43 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category> <category><![CDATA[juíza Marília Emília Neiva de Oliveira]]></category> <category><![CDATA[TJPB]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=30071</guid> <description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou nesta terça-feira (16/08), ao Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB), que aplique a pena de censura à juíza Marília Emília Neiva de Oliveira. Ela e outros três juízes, que atuavam na Comarca de Campina Grande, são suspeitos de dar sentenças para beneficiar determinados advogados. O TJPB abriu processo disciplinar, mas os 19 desembargadores se dividiram em relação à punição a ser aplicada. Com isso, o Tribunal arquivou o processo]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou nesta terça-feira (16/08), ao Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB), que aplique a pena de censura à juíza Marília Emília Neiva de Oliveira. Ela e outros três juízes, que atuavam na Comarca de Campina Grande, são suspeitos de dar sentenças para beneficiar determinados advogados. O TJPB abriu processo disciplinar, mas os 19 desembargadores se dividiram em relação à punição a ser aplicada. Com isso, o Tribunal arquivou o processo.</p><p
style="text-align: justify;">Para o CNJ, o Tribunal errou na proclamação do resultado: apenas um desembargador votou pelo arquivamento do caso. Todos os outros optaram pela condenação da magistrada, embora tenha havido divergência sobre o tipo de punição. Neste caso, o Tribunal tinha que aplicar a pena, e não arquivar o processo.</p><p
style="text-align: justify;">“Ela foi condenada. O erro foi na proclamação”, afirmou o conselheiro Carlos Alberto Reis de Paula, ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) – que foi acompanhado pelos demais conselheiros no seu voto, inclusive pelo ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ.</p><p
style="text-align: justify;">Segundo a ministra Eliana Calmon, corregedora Nacional de Justiça, a juíza determinava o pagamento de valores altos aos advogados em processos milionários. O conselheiro Jorge Hélio Chaves de Oliveira pediu a comunicação do caso à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para apurar a responsabilidade dos advogados suspeitos de participar das irregularidades.</p><p
style="text-align: justify;">Gilson Luiz Euzébio<br
/> Agência CNJ de Notícias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-manda-tribunal-da-paraiba-punir-juiza/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>CNJ discute tratamento para pacientes judiciários na Bahia</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-discute-tratamento-para-pacientes-judiciarios-na-bahia/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-discute-tratamento-para-pacientes-judiciarios-na-bahia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 19 Jul 2011 22:00:27 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category> <category><![CDATA[pacientes judiciários]]></category> <category><![CDATA[tjba]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=27311</guid> <description><![CDATA[No Brasil, dos quase 500 mil presos, aproximadamente 5 mil detentos sofrem de algum transtorno mental. Os termos do acordo ainda poderão sofrer alterações até o final de julho. Em agosto, no entanto, os órgãos já deverão ter definido suas participações. Caberá ao CNJ compilar e formalizar o documento até o dia 16 de agosto. “Essas ações poderão inclusive ser exportadas a outros estados que enfrentam dificuldades semelhantes as observadas na Bahia”, afirmou a juiza auxiliar do CNJ Tatiana Cardoso de Freitas.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Acordo de Cooperação Técnica a ser firmado no próximo dia 16 de agosto, entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Judiciário da Bahia e governo daquele estado, deverá iniciar uma nova fase na relação entre a Bahia e seus pacientes judiciários. O acordo possibilitará que os atendimentos aos portadores de sofrimento mental, sujeitos a medida de segurança, sigam o modelo antimanicomial, aprovado há uma década no país.<br
/> Para isso, o acordo prevê a criação de um núcleo permanente de profissionais com o intuito de acompanhar cada caso – desde o seu começo, no âmbito da Justiça, até a finalização, após tratamento ambulatorial ou internação. Os termos do documento foram discutidos na última sexta-feira (15/7) em reunião ocorrida no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) com representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla, representantes das secretarias de Administração e de Administração Penitenciária da Bahia, Ministério Público do estado, Defensoria Pública, e Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP).</p><p
style="text-align: justify;">Recomendação &#8211; Conforme o texto, o núcleo deverá contar com psicólogos, assistentes sociais e profissionais da área de Direito. A proposta colocada em discussão está em conformidade com a política antimanicomial brasileira, estabelecida em 2001 (Lei 10.216), e em recente recomendação aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça ( CNJ).</p><p
style="text-align: justify;">Na avaliação do promotor de Justiça da Bahia, Gedder Gomes, a criação do grupo é o que há de mais importante no texto, que ainda precisa ser aprovado pelos órgãos envolvidos. “Eles acompanharão os pacientes agindo como um elo entre a Justiça e a Saúde Pública. Atualmente, não temos esse meio de campo e por causa disso, os poucos pacientes provavelmente são os que mais sofrem”, completou.</p><p
style="text-align: justify;">No Brasil, dos quase 500 mil presos, aproximadamente 5 mil detentos sofrem de algum transtorno mental. Os termos do acordo ainda poderão sofrer alterações até o final de julho. Em agosto, no entanto, os órgãos já deverão ter definido suas participações. Caberá ao CNJ compilar e formalizar o documento até o dia 16 de agosto. “Essas ações poderão inclusive ser exportadas a outros estados que enfrentam dificuldades semelhantes as observadas na Bahia”, afirmou a juiza auxiliar do CNJ Tatiana Cardoso de Freitas.</p><p>Regina Bandeira<br
/> Agência CNJ de Notícia</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-discute-tratamento-para-pacientes-judiciarios-na-bahia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>CNJ abre processo para investigar três magistrados do TJMA</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-abre-processo-para-investigar-tres-magistrados-do-tjma/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-abre-processo-para-investigar-tres-magistrados-do-tjma/#comments</comments> <pubDate>Wed, 06 Jul 2011 13:00:16 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category> <category><![CDATA[pad]]></category> <category><![CDATA[prevaricação]]></category> <category><![CDATA[sindicância]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=26189</guid> <description><![CDATA[O pedido de sindicância, sob relatoria da Corregedora Nacional de Justiça, a ministra Eliana Calmon, foi proposto pela companhia de seguros Aliança do Brasil, que tem como acionista o Banco do Brasil. Em 2009, a seguradora começou a travar uma briga na Justiça envolvendo a indenização de uma família que foi desalojada por orientação da defesa civil. A família pleiteou, na Justiça, a indenização de R$ 93 mil. No entanto, em dois anos e após uma série de recursos judiciais, essa indenização foi arbitrada, pela justiça maranhense, em R$ 2,3 milhões, 23 vezes a mais do que o valor pleiteado inicialmente, portanto]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Os  conselheiros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiram, por  unanimidade, instaurar um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD)  para investigar a conduta de três magistrados do Tribunal de Justiça do  Maranhão (TJMA) – o juiz José Raimundo Sampaio Silva, o juiz Abranhão  Lincoln Sauáia – que já cumpre pena de aposentadoria compulsória por  conta de outros três processos que tramitaram no CNJ –, e a  desembargadora Nelma Sarney Costa.</p><p
style="text-align: justify;">O pedido de sindicância, sob relatoria da Corregedora Nacional de  Justiça, a ministra Eliana Calmon, foi proposto pela companhia de  seguros Aliança do Brasil, que tem como acionista o Banco do Brasil. Em  2009, a seguradora começou a travar uma briga na Justiça envolvendo a  indenização de uma família que foi desalojada por orientação da defesa  civil. A família pleiteou, na Justiça, a indenização de R$ 93 mil. No  entanto, em dois anos e após uma série de recursos judiciais, essa  indenização foi arbitrada, pela justiça maranhense, em R$ 2,3 milhões,  23 vezes a mais do que o valor pleiteado inicialmente, portanto.</p><p
style="text-align: justify;">De  acordo com a ministra Eliana Calmon, houve disparidade no tratamento  entre as partes, o que indica a inobservância da imparcialidade imposta  aos magistrados. Pois, enquanto os recursos da autora da ação eram  analisados com rapidez absoluta, aqueles ajuizados pela seguradora  sofriam morosidade excessiva, julgados todos improvidos e quase sempre  quando a situação já era irreversível no Judiciário. “Esse processo se  enquadra no contexto da Justiça maranhense, já analisado pela  Corregedoria Nacional de Justiça em inspeção realizada em janeiro de  2009, que constatou a concessão de elevadas indenizações contra grandes  instituições”, diz a ministra Eliana Calmon.</p><p
style="text-align: justify;">O pedido feito  contra a desembargadora do TJAM Cleonice Silva Freire, também parte na  sindicância proposta no CNJ pela seguradora, foi arquivado pelos  conselheiros. A desembargadora chegou a reconhecer, em uma de suas  decisões sobre o processo em questão, que “coisas muito estranhas estão  acontecendo nesses autos e no juízo da 5ª Vara”, onde havia sido  ajuizada a ação.</p><p><em>Luiza de Carvalho</em><br
/> <em>Agência CNJ de Notícias</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-abre-processo-para-investigar-tres-magistrados-do-tjma/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Peluso defende inclusão da conciliação à rotina dos juízes</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/peluso-defende-inclusao-da-conciliacao-a-rotina-dos-juizes/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/peluso-defende-inclusao-da-conciliacao-a-rotina-dos-juizes/#comments</comments> <pubDate>Wed, 29 Jun 2011 00:00:48 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=25743</guid> <description><![CDATA[Na abertura do seminário Conciliação e Mediação: Estruturação da Política Judiciária Nacional, que está sendo realizado em São Paulo nesta terça-feira (28/6), o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, destacou a importância do evento como forma de “difundir a cultura da conciliação como via alternativa na indelegável tarefa do Poder Judiciário de atuar como pacificador social”. ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Na abertura do seminário Conciliação e Mediação: Estruturação da Política Judiciária Nacional, que está sendo realizado em São Paulo nesta terça-feira (28/6), o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, destacou a importância do evento como forma de “difundir a cultura da conciliação como via alternativa na indelegável tarefa do Poder Judiciário de atuar como pacificador social”. Segundo ele, o seminário busca “tornar essa mentalidade conhecida por todos os que se preocupam com o Judiciário e a democracia no Século 21”.<br
/> O seminário é realizado numa parceria entre CNJ, Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Ministério da Justiça e o jornal Folha de São Paulo. Consiste num espaço para divulgação e discussão de experiências – nacionais e estrangeiras – de conciliação e mediação de conflitos, considerados fundamentais para a pacificação social e uma maior celeridade na prestação jurisdicional. De acordo com o ministro Cezar Peluso, a conciliação é a melhor ferramenta para se reduzir o grande volume de processos judiciais em tramitação, que “ameaça o eficaz funcionamento da Justiça e compromete a confiança da população no Judiciário”.</p><p
style="text-align: justify;">Acesso à Justiça &#8211; Em seu discurso, o ministro lembrou que, há um ano, quando de sua posse como presidente do STF e do CNJ, anunciou que as principais prioridades de sua gestão seriam a ampliação do acesso da população à Justiça e o combate à morosidade na prestação jurisdicional. Segundo ele, essa prioridade é refletida tanto no seminário que se realiza quanto em outras ações desenvolvidas pelo CNJ, como, por exemplo, a instituição da Política Nacional de Conciliação, por meio da Resolução 125, de 29 de novembro de 2010.</p><p
style="text-align: justify;">Para o presidente do CNJ e do STF, os mecanismos de conciliação e mediação precisam ser integrados ao trabalho diário dos magistrados, como canais alternativos de exercício da função jurisdicional, concebida nos seus mais latos e elevados termos. “Não podem ser encarados como ferramentas estranhas à atividade jurisdicional e, muito menos, como atividade profissional subalterna”, afirmou.</p><p
style="text-align: justify;">Diálogo &#8211; Segundo o ministro Peluso, os magistrados devem entender que conciliar é tarefa tão ou mais essencial e nobre que dirigir processos ou expedir sentenças e, por isso, é importante que o Judiciário coloque à disposição da sociedade outros modos de resolução de disputas além do meio tradicional de produção de sentenças. “A noção de acesso à Justiça já não pode limitar-se ao ingresso no sistema oficial de solução adjudicada de conflitos. O acesso deve significar, para o interessado, a possibilidade de estar diante do juiz, de dialogar com ele e influenciar sua decisão, apresentando-lhe diretamente os argumentos”, enfatizou.</p><p
style="text-align: justify;">Durante a solenidade, o ministro Cezar Peluso lançou e autografou o livro “Conciliação e Mediação: Estruturação da Política Judiciária Nacional”.</p><p>Hylda Cavalcanti e Jorge Vasconcellos<br
/> Agência CNJ de Notícias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/peluso-defende-inclusao-da-conciliacao-a-rotina-dos-juizes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Febraban e Fiesp participam do seminário sobre mediação de conflitos em SP</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/febraban-e-fiesp-participam-do-seminario-sobre-mediacao-de-conflitos-em-sp/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/febraban-e-fiesp-participam-do-seminario-sobre-mediacao-de-conflitos-em-sp/#comments</comments> <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 22:00:43 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category> <category><![CDATA[Ada Pelegrini]]></category> <category><![CDATA[Adriana Sena]]></category> <category><![CDATA[Andre Gomma]]></category> <category><![CDATA[Fiesp]]></category> <category><![CDATA[José Guilherme Wasi Werner]]></category> <category><![CDATA[Kazuo Watanabe]]></category> <category><![CDATA[Mariella Ferraz]]></category> <category><![CDATA[Rachel Anne Wohl]]></category> <category><![CDATA[Valéria Lagrasta]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=25585</guid> <description><![CDATA[Representantes da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), presidentes dos principais bancos do país e empresários diversos confirmaram presença, na próxima terça-feira (28/6), no seminário sobre mediação e conciliação de conflitos judiciais que será promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em São Paulo.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Representantes da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), presidentes dos principais bancos do país e empresários diversos confirmaram presença, na próxima terça-feira (28/6), no seminário sobre mediação e conciliação de conflitos judiciais que será promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em São Paulo.</p><p
style="text-align: justify;">O evento objetiva discutir práticas para tal conciliação, com vistas à estruturação da política judiciária nacional. E tem como um dos focos os maiores litigantes do país, que já demonstraram estar dispostos a fazer acordos nas ações em que são partes &#8211; além de contribuir para acelerar a tramitação destes processos (o que, em conseqüência, leva à redução da morosidade do Judiciário).</p><p
style="text-align: justify;">Magistrados e gestores &#8211; O seminário, de um dia, será realizado no auditório da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), localizada o bairro de Higienópolis. Reunirá juízes, gestores e presidentes de tribunais de todo o Brasil. Faz parte do esforço realizado pelo CNJ no sentido de disseminar, no Judiciário brasileiro, a cultura da pacificação de conflitos por meio da ampliação do número de conciliadores e núcleos técnicos nos estados e, dessa forma, estimular a criação de mais campanhas e mutirões de conciliação.</p><p
style="text-align: justify;">Faz parte da programação, a abertura do presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, seguida de palestra da jurista portuguesa Paula Costa e Silva e de debates dos ex-presidentes do STF e do CNJ, ministros Gilmar Mendes e Ellen Gracie. Outros painéis programados discutirão a questão da resolução alternativa de disputas &#8211; que é observada no modelo americano de pacificação de conflitos, a estruturação da política judiciária nacional &#8211; de solução consensual de conflitos de interesses &#8211; e técnicas de mediação observadas no Judiciário brasileiro.</p><p
style="text-align: justify;">Corregedora e conselheiros &#8211; Constam na programação, ainda, palestras e debates de magistrados e especialistas na área, dentre os quais o juiz auxiliar do CNJ José Guilherme Wasi Werner, Rachel Anne Wohl, Kazuo Watanabe, Ada Pelegrini, Andre Gomma, Valéria Lagrasta, Adriana Sena e Mariella Ferraz, bem como a juíza e ex-conselheira do Conselho Andrea Pachá. Presidirão mesas de discussão, também, a corregedora nacional de justiça, ministra Eliana Calmon e os conselheiros Jorge Hélio Chaves de Oliveira e Paulo Tamburini. Já a cerimônia de encerramento será coordenada pela conselheira Morgana Richa, atual coordenadora do movimento pela conciliação do CNJ.</p><p>O seminário será realizado das 9h às 16h30. Jornalistas que forem cobrir o evento devem se credenciar, enviando nome, nome do veículo e número de RG para o email imprensa@cnj.jus.br</p><p>Hylda Cavalcanti<br
/> Agência CNJ de Notícias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/febraban-e-fiesp-participam-do-seminario-sobre-mediacao-de-conflitos-em-sp/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>CNJ nega provimento a recurso da OAB sobre trajes de advogados</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-nega-provimento-a-recurso-da-oab-sobre-trajes-de-advogados/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-nega-provimento-a-recurso-da-oab-sobre-trajes-de-advogados/#comments</comments> <pubDate>Wed, 22 Jun 2011 20:00:55 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category> <category><![CDATA[trajes de advogados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=25349</guid> <description><![CDATA[A OAB alegou, no recurso, que a juíza da 5ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias não teria cumprido a Resolução nº 233/2011 da OAB/RJ, que autoriza os advogados usarem, no verão, apenas calça e camisa sociais. A magistrada teria suspendido uma audiência alegando que um advogado não estaria em trajes adequados para um tribunal.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">O Conselho Nacional de Justiça negou provimento ao pedido de providências ajuizado pela seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) envolvendo a utilização de trajes dos advogados nas audiências dos tribunais.<br
/> A OAB alegou, no recurso, que a juíza da 5ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias não teria cumprido a Resolução nº 233/2011 da OAB/RJ, que autoriza os advogados usarem, no verão, apenas calça e camisa sociais. A magistrada teria suspendido uma audiência alegando que um advogado não estaria em trajes adequados para um tribunal.<br
/> O conselheiro do CNJ Nelson Tomaz Braga, relator do recurso, entendeu que os tribunais possuem autonomia para decidir sobre os trajes a serem usados dentro das instalações do Poder Judiciário. O conselheiro baseou o entendimento no artigo 99 da Constituição Federal, que prevê a autonomia administrativa e financeira do Poder Judiciário. O entendimento foi seguido pelos demais conselheiros do CNJ.</p><p>Luiza de Carvalho<br
/> Agência CNJ de Notícias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/cnj-nega-provimento-a-recurso-da-oab-sobre-trajes-de-advogados/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Mantida condenação de juiz acusado de ter relações com o PCC</title><link>http://www.direitolegal.org/corregedorias/mantida-condenacao-de-juiz-acusado-de-ter-relacoes-com-o-pcc/</link> <comments>http://www.direitolegal.org/corregedorias/mantida-condenacao-de-juiz-acusado-de-ter-relacoes-com-o-pcc/#comments</comments> <pubDate>Tue, 21 Jun 2011 20:37:09 +0000</pubDate> <dc:creator>direitolegal</dc:creator> <category><![CDATA[Corregedorias]]></category> <category><![CDATA[crime organizado]]></category> <category><![CDATA[magistrado afastado]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.direitolegal.org/?p=25287</guid> <description><![CDATA[O juiz foi afastado, dentre outras razões, por envolvimento com o crime organizado, e seu cargo ficou em disponibilidade. Isso significa que o juiz fica proibido de exercer as funções, mas pode ser convocado a atuar a critério da administração do tribunal. A pena é mais branda do que a aposentadoria compulsória, e o magistrado recebe os seus vencimentos de forma proporcional ao tempo de serviço.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Os conselheiros do CNJ mantiveram, por unanimidade, a condenação imposta pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) ao magistrado Alberto de Amorim Micheli, juiz da 1ª Vara da Família do Tatuapé. A decisão aconteceu durante a 129ª sessão plenária do CNJ, que ocorre nesta terça-feira (21/06).</p><p
style="text-align: justify;">O juiz foi afastado, dentre outras razões, por envolvimento com o crime organizado, e seu cargo ficou em disponibilidade. Isso significa que o juiz fica proibido de exercer as funções, mas pode ser convocado a atuar a critério da administração do tribunal. A pena é mais branda do que a aposentadoria compulsória, e o magistrado recebe os seus vencimentos de forma proporcional ao tempo de serviço.</p><p
style="text-align: justify;">O magistrado mantinha conta conjunta com sua esposa e advogada Suzana Miller Volpini, que foi acusada de trabalhar para a facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC).<br
/> O Ministério Público denunciou a advogada por formação de quadrilha e falsidade ideológica. De acordo com dados do processo, o magistrado estava ciente da ligação de sua esposa com o PCC, e recursos dessa atividade ingressavam na conta do magistrado. Na opinião do conselheiro Walter Nunes da Silva Jr, relator do processo de Revisão Disciplinar (PAD) nº 0000064-54.2011.2.00.0000, o fato é inadmissível. “Essa não é a conduta adequada que se espera de um magistrado, a conduta é altamente reprovável, se é que não representa uma atividade incompatível com o cargo de magistrado”, diz o conselheiro. De acordo com ele, as provas levantadas no processo são robustas e o magistrado não foi punido por atos de sua mulher, e sim dele próprio.</p><p
style="text-align: justify;">Walter Nunes decidiu pela improcedência do pedido e não acatou os argumentos levados ao plenário pela defesa do magistrado, de que o juiz teria sofrido uma “perseguição” de magistrados do TJSP, e teve seu sigilo fiscal quebrado de forma irregular. A decisão do conselheiro foi seguida de forma unânime pelos demais membros do CNJ.</p><p
style="text-align: justify;">Luiza de Carvalho</p><p
style="text-align: justify;">Fonte:</p><p
style="text-align: justify;">Agência CNJ de Notícias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.direitolegal.org/corregedorias/mantida-condenacao-de-juiz-acusado-de-ter-relacoes-com-o-pcc/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk: basic
Page Caching using disk: enhanced
Database Caching 6/19 queries in 0.025 seconds using disk: basic
Object Caching 953/999 objects using disk: basic

Served from: www.direitolegal.org @ 2012-03-22 17:30:13 -->
