Concursos públicos: “o mar está para peixe!”

Concursos públicos: “o mar está para peixe!”
janeiro 21 14:59 2014 Imprimir este Artigo
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Especialista fala sobre os principais erros dos concurseiros

São Paulo, janeiro de 2014 – Para quem já vem se preparando para prestar concursos públicos, o período é bastante oportuno. Segundo o psicólogo especialista em orientar concurseiros e vestibulandos, Fernando Elias José, é hora de revisar conteúdo e ficar atento as provas agendadas. “Não é incomum percebermos candidatos que se preparam somente com os conteúdos técnicos e deixam de lado a organização e o preparo emocional. É preciso que haja um equilíbrio nesta fase final”, afirma Fernando.

Segundo o especialista, focar-se apenas no conhecimento técnico para realizar uma boa prova é importante, mas é preciso ter em mente que ela é dividida em três partes: conhecimento técnico (tudo aquilo que aprendemos nos livros, em sala de aula), outra pelo conhecimento emocional (o reconhecimento de nossas próprias emoções e como lidar com elas) e por fim um pouco de sorte, que sempre cai bem.

“Para evitar acumular frustrações, o concurseiro tem que ter um objetivo claro e um planejamento para vencer esta batalha. Quando a escolha de um concurso é feita com bases sólidas, ou seja, é vista não somente como uma possibilidade de emprego, mas sim como fonte de realização pessoal e profissional, a pessoa estará optando por trilhar um caminho que será árduo, mas se realizado com seriedade, poderá ser muito compensador”, fala o psicólogo.

Alguns dos principais erros dos concurseiros:

Falta de objetivos claros – fazer um ou vários concursos, mas sem saber sequer para que, ou seja, não possuir foco e nem um planejamento consistente;

Somar frustrações – aqueles que fazem concursos por fazer, pois isto acaba somando frustrações e não adquirindo “experiência” como muitos pensam;

“Salto alto” – usar “salto alto” na hora da prova, ou seja, acharem que sabem muito, mas na verdade o conhecimento adquirido é superficial e sem consistência;

Deixar-se abater pela opinião alheia – ouvindo comentários negativos de quem muitas vezes não se conhece ou não se tem confiança, permitindo que essas opiniões interfiram na autoconfiança. Decidir fazer um concurso público deve ser feito com bases solidas para que a caminhada tenha êxito.

Fernando Elias José é Mestre em Cognição Humana pela PUCRS, palestrante, consultor organizacional e psicólogo clínico. Especialista em Diagnóstico Psicológico pela PUCRS, especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental pela WP Centro de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, com Curso de Extensão em Psicoterapia Cognitiva na UFRGS. Membro da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas, há mais de quatorze anos se dedica à pesquisa em Ciências Cognitivas e trabalha com psicoterapia na abordagem cognitivo-comportamental direcionada à preparação emocional de candidatos para provas, vestibulares e concursos. Autor do livro “Concursos Faça Sem Medo – Entenda, domine e supere os desafios”, pela Artes e Ofícios Editora, 2011.

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