Decisão definitiva sobre desaposentação fica para 2013

Decisão definitiva sobre desaposentação fica para 2013
dezembro 04 16:21 2012 Imprimir este Artigo
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Em nove meses, Justiça concede ao escritório G Carvalho Sociedade de Advogados centenas de decisões favoráveis.  Mais de 500 mil pessoas têm direito.

Em função do julgamento do Mensalão, a decisão final dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tesa da desaposentação ficará para 2013. Assim, os mais de 500 mil segurados que voltaram à ativa e que têm ações na Justiça esperarão um pouco mais de tempo, mas, a decisão favorável está muito próxima.

O tema está no Superior Tribunal de Justiça (STJ) como recurso repetitivo e com isso o resultado será usado como modelo para todos os recursos que chegam ao STJ, até o momento cinco dos nove ministros com direito a voto foram favoráveis à desaposentação, porém, a votação parou para vistas do ministro Teori Albino Zavascki.

O próprio Governo já se movimenta para o caso de uma decisão final favorável, sendo que já divulgou o impacto fiscal que o Tesouro terá de suportar caso se reconheça o direito à “desaposentação”, requerido hoje por milhares de ações em tramitação nos tribunais brasileiros. Este levantamento mostra que o impacto deverá ser de R$ 49,1 bilhões. O universo de aposentados beneficiados é estimado em cerca de 500 mil pessoas.

“Esses números são muito relevantes e vão de encontro com o que hoje observo na G Carvalho Sociedade de Advogados, com um crescente número de decisões favoráveis sobre o tema e também com muitos aposentados que passaram a acreditar que realmente possuem este direito, Com certeza estes receberão os valores apontado pelo Governo”, alerta o advogado previdenciário Guilherme de Carvalho, do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados.

Enquanto a decisão final não sai, vários aposentados que continuam na ativa buscam à Justiça para rever os valores da aposentadoria. No Brasil, o cidadão que trabalha e contribui para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) após a aposentadoria, não tem o direito de corrigir o provento.

O advogado previdenciário Guilherme de Carvalho explica que essa ação é denominada de desaposentação, no qual permite ao beneficiário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a renunciar o atual seguro e obter novos valores mais altos.

Neste ano, o escritório de advocacia G Carvalho Sociedade de Advogados conquistou centenas de ações favoráveis de desaposentação. “Os números mostram que o Judiciário, em muitas vezes, oferta ações favoráveis, pois além do segurado ter que voltar a ativa no momento que era para usufruir da “vida”, ainda ele tem que contribuir para o Sistema mesmo não obtendo o retorno. Não é justo!”, diz Guilherme de Carvalho, do G carvalho.

“A Previdência acaba recebendo de quem ainda não se aposentou e de vários segurados que continuam a trabalhar mesmo em idade avançada. Porém, não é admissível o aposentado ser prejudicado com os baixos valores que recebe e ainda pagar uma contribuição sem razão”, expõe o advogado.

A desaposentação é um tema polêmico entre os congressistas, sobretudo porque mexe com os cofres públicos. “Acredito que logo o governo terá que rever a legislação, pois atualmente os aposentados vão atrás dos seus direitos. Os segurados querem renunciar a sua aposentadoria e ganhar aquilo que merecem”, diz.

G Carvalho Sociedade de Advogados

O escritório G Carvalho Sociedade de Advogados destaca-se pelo seu perfil dinâmico e inovador na prestação de serviços jurídicos, com qualidade e excelência no atendimento. Esse modelo fez com que conquistasse muitos clientes desde sua fundação, em 2004.

G Carvalho Sociedade de Advogados, além de ser reconhecido por sua eficiente atuação na área previdenciária, também atua em outras duas grandes áreas do direito: tributário e trabalhista. O rápido crescimento do escritório ocorre, sobretudo, por seus diferenciais, dentre os quais, o estudo minucioso das necessidades dos clientes, que possibilita alternativas rápidas e econômicas, com clareza e objetividade no exercício da advocacia.

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  1. Maria das Dores Gianina
    janeiro 03, 15:36 #1 Maria das Dores Gianina

    Infelizmente eu me aposentei com salario mínimo devido ao fator previdenciário.Continuei trabalhando.Não acho justo continuar contribuindo a mais de 10 anos e não haver uma revisão.Lamentável….

    Reply to this comment

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