TIM deve indenizar cliente que teve o nome inserido indevidamente em cadastro de inadimplentes 0

O juiz Raimundo Deusdeth Rodrigues Junior ressaltou que, “ao inserir o nome da vítima no cadastro de maus pagadores em razão de cobranças indevidas, se impõe a condenação de danos morais, já que a empresa não fez qualquer prova de regularidade de sua conduta”.

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Cliente deve receber indenização por danos morais de R$ 6 mil do Banco Itaú 0

A juíza Ana Luiza Barreira Secco Amaral, titular da 9ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, condenou o Banco Itaú S/A a pagar indenização, por danos morais, de R$ 6 mil para M.C.T.. O cliente teve o nome inserido, indevidamente, em lista restritiva de crédito.

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Criança com doença ocular rara ganha na Justiça direito de realizar tratamento em Belo Horizonte 0

Na sentença, o juiz determinou que caberá ao Estado do Ceará fornecer consultas, exames, procedimentos, cirurgias e todo o aparato médico para o restabelecimento da criança em Minas Gerais, além de passagens aéreas, hospedagem, alimentação ou qualquer outro procedimento legal, incluindo os custos de manutenção do acompanhante legal.

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Seguradora Mapfre Vera Cruz é condenada a pagar R$ 12,3 mil à vítima de acidente de trânsito 0

A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) manteve a sentença que condenou a seguradora Mapfre Vera Cruz a pagar R$ 12.395,94 a A.S.N.M., vítima de acidente de trânsito. O valor é correspondente à indenização do Seguro Obrigatório de Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).

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Financeira Itaú é condenada a indenizar agricultor em R$ 10.200,00 por inscrição indevida no SPC 0

Ao analisar o caso, a juíza Maria Lúcia Vieira condenou a empresa a pagar R$ 10.200,00. Na decisão, publicada no Diário da Justiça Eletrônico da última sexta-feira (1º/07), a magistrada determinou também a retirada do nome do agricultor da lista de devedores.

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Justiça determina que empresa de ônibus pague prótese e pensão para vítima de acidente 1

Ao julgar o caso, a 1ª Câmara Cível negou provimento ao recurso, acompanhando o voto do relator, desembargador Fernando Luiz Ximenes Rocha. “Ainda que agravada não exercesse, à época do sinistro, atividade remunerada, a concessão de pensão mensal é medida que se impõe, uma vez que a possível redução de sua capacidade laboral, tendo em vista a grave e irreversível lesão sofrida, gera, por si só, prejuízo que refletirá em toda a sua vida”.

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