Já estão disponíveis na internet as reportagens do programa Justiça em Questão

junho 02 08:02 2010 Imprimir este Artigo
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Já estão disponíveis na internet as reportagens do programa Justiça em Questão, produzido pelo TJMG, e que aborda nesta semana a vida e as dificuldades dos portadores de sofrimento mental.

O endereço na web é www.youtube.com/justicaemquestao. Estão em destaque a loucura, a luta antimanicomial e a Justiça para o louco infrator. A equipe de reportagem do programa de TV destaca a cidade mineira de Barbacena e o Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário, o PAI-PJ, além de ações na Justiça que permitem à família de um portador de sofrimento mental interditá-lo.

É possível também acompanhar a produção do programa, sugerir pautas ou rever reportagens diretamente pelo endereço www.tjmg.jus.br/justicaemquestao. O Justiça em Questão é exibido em três redes de televisão no Brasil. Em rede nacional, pela TV Justiça. Na região metropolitana da capital é veiculado pela TV Horizonte, canal aberto UHF, e pela TV Comunitária, a cabo.

O repórter Marcelo Almeida visitou o município mineiro de Barbacena, conhecido durante anos como a “cidade dos loucos” e que mantém, hoje, o Museu da Loucura para guardar registros de um passado de sofrimento e exclusão em Minas Gerais. O município abrigou o primeiro e o maior hospício do Estado, mas foi um dos primeiros a comandar a luta contra o funcionamento dos manicômios no Brasil.

O programa criado pelo Tribunal de Justiça de atenção ao louco que comete crime, o PAI-PJ, é tema da reportagem de Lígia Tolentino. A equipe acompanhou os profissionais do programa durante um mês e revela como é a intervenção do PAI-PJ junto aos pacientes infratores. É destaque na matéria a medida judicial determinada para uma paciente que conjuga tratamento e inserção social. A medida judicial é determinada por juízes das varas criminais.

Na reportagem de Fernanda Miguez é mostrada a história de um homem que, após os 40 anos, perdeu sua autonomia e passou a ter a mãe como curadora. A mãe buscou a Justiça para interditá-lo após constatar que o filho doou mais de R$ 60 mil para uma igreja evangélica. Ele chegou a receber diploma de dizimista que continha uma suposta assinatura de Jesus Cristo.

Fonte: TJMG

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