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Plenário do CNJ mantém punição aplicada por TJES a juíza Larissa Sarcinelli Pimentel

O conselheiro Tourinho Neto, relator do processo, não ficou convencido dos argumentos. “A requerente não se insurge contra o mérito da decisão, às acusações imputadas”, afirmou o conselheiro, votando pela improcedência do pedido.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em sessão plenária nesta terça-feira (11/10) julgou improcedente pedido da magistrada Larissa Sarcinelli Pimentel que queria a revisão da decisão do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) que a aposentou compulsoriamente.

A juíza é suspeita de formação de quadrilha e de ter recebido vantagens indevidas do Cartório de 1º Ofício do município de Cariacica, de propriedade do sogro, o ex-presidente do TJES, Guilherme Pimentel. A denúncia veio à tona com a Operação Naufrágio, deflagrada pela Polícia Federal.

A magistrada requereu ao CNJ a revogação da decisão. Os advogados dela alegaram cerceamento de defesa no processo conduzido pelo Tribunal de Justiça capixaba. De acordo com eles, o julgamento foi baseado em escutas telefônicas cujo áudio não foi franqueado à defesa de Larissa Pimentel.

O conselheiro Tourinho Neto, relator do processo, não ficou convencido dos argumentos. “A requerente não se insurge contra o mérito da decisão, às acusações imputadas”, afirmou o conselheiro, votando pela improcedência do pedido.

Giselle Souza
Agência CNJ de Notícias

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