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Radialista reitera representação contra o juiz Benicio Mascarenhas Neto, da 26ª Vara Cível de Salvador, no CNJ

O radialista Ronaldo Santos, de Salvador (BA), representou contra o juiz Benicio Mascarenhas Neto, titular da 26ª Vara Cível de Salvador na Corregedoria Nacional de Justiça CNJ por conta de decisões ilegais, imotivadas, descuradas e descumprimento de suspensão de liminar prolatada pelo magistrado em Imissão de Posse que favoreceu uma das partes.

Radialista reitera representação contra o juiz Benicio Mascarenhas Neto, da 26ª Vara Cível de Salvador, no CNJ

Representação  trata da “Parcialidade”,  “Descumprimento de ordem de segundo grau” entre outras ilegalidades

 

O radialista Ronaldo Santos, de Salvador (BA), representou contra o juiz Benicio Mascarenhas Neto, titular da 26ª Vara Cível de Salvador na Corregedoria Nacional de Justiça CNJ por conta de decisões ilegais, imotivadas, descuradas e descumprimento de suspensão de liminar prolatada pelo magistrado em Imissão de Posse que favoreceu uma das partes, Silvoney Rosso Serafim. Segundo o radialista, o magistrado está praticando atrasos nos processos e procrastinando o andamento com o fito de, em tese, permitir a outra parte total demolição de propriedade que deveria estar protegida pela justiça. Apesar de reiteradas vezes comunicado do atentado, pela Defensoria Pública da Bahia, o togado vem protelando o feito em total prejuízo com lesão gravíssima e danos irreversíveis ao radialista e seus familiares, prática vedada pela legislação.

 

A representação, assinada pelo próprio radialista, levanta questões polêmicas do “error in judicando”, como as condições em que o juiz, supostamente, entregou graciosamente 190m2 construídos, em decisão interlocutória, sem vista a defensoria publica da Bahia, entre outras situações. A mais grave foi não dar cumprimento a ordem de suspensão dos efeitos de sua liminar, com provimento á unanimidade pela Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia. Segundo laudo do perito nomeado, o imóvel foi totalmente demolido pelo beneficiado antes mesmo de ser periciado. O escrivão, SILVIO BORGES, da mesma serventia já está sob sindicância pelo CNJ e pela CGJ da Bahia, por certificar fraudulentamente em favor de Silvoney Rosso Serafim, conhecido comprador de casas em leilão que além de desobedecer a liminar de Suspensão da decisão do Tribunal de Justiça da Bahia ( arti.330 do CP), locupletou-se do imóvel, descaracterizando, demolindo e vendeu parte da casa por 60 mil para terceiros e desapareceu de caminhão com todos os objetos que restaram na casa do radialista ( Artigo 168 do CP Apropriação Indébita).

DL/mn

1 Comment

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  1. ELZA SPANÓ TEIXEIRA

    1 de setembro de 2011 at 16:22

    tem juízes que acham que são Deus, outros, como no presente caso, tem certeza.

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