Bate-boca entre advogados em audiência é aborrecimento e não dano moral

A versão da advogada, aceita pelos julgadores, não foi de negar o ocorrido, mas de explicar os fatos. Informou que já o representara na OAB por captação de clientes de forma indevida e irregular e que, após ter sido condenado, o autor passou a “infernizar sua vida”. Para isto, ele ajuizou uma representação em nome de terceira pessoa, que restou arquivada. Agora, teria protocolizado novo pedido apenas para se vingar da ré.

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